Uma história a 2

É no ano de1993 que a cidade de Le Havre e a marca de café Jacques Vabre criam a Transat Jacques Vabre. A primeira edição é disputada em solitário, mas não demora muito para que o espírito de equipe se torne um propósito...

A partir de 1995, a regata transatlântica passa a ser uma prova disputada em duplas. A ideia de serem dois parceiros atrás de um mesmo objetivo se torna, enfim, sua marca registrada.

A Transat Jacques Vabre tem como origem a história das grandes rotas marítimas transatlânticasimpulsionadaspela forte dinâmica econômica entre os continentes americano e europeu.A primeira Transat Jacques Vabre, da mesma forma, religava Le Havre (França) a Cartagena (Colômbia), uma espécie de déjà-vu da Rota do Café. Desde então,Jacques Vabre e a cidade de Le Havre recriam esta que foi uma rota marítima tão importante para a época quanto a Rota do Chá (de Hong-Kong a Londres) ou a Rota do Ouro (de Nova Iorque a San Francisco).

A rota do comércio do café, em especial, começa de forma “despretensiosa” em 1728 com apenas 40 quilos de grãos que desembarcam no porto de Le Havre...

Le Havre, cidade náutica

Le Havre, maior cidade da Normandia, é um lugar único: detém a única marina de águas profundas acessível 24h por dia sem influência da maré, uma estação náutica quatro estrelas, uma área exclusiva para a prática de esportes náuticos e excelentes condições de vento... Além, é claro, de ser o primeiro porto de cruzeiros do litoral francês desde o Canal da Mancha até a costa atlântica. Tais características que lhe tornaram, ao longo dos anos, um reduto da vela e um dos cinco principais lugares para práticas náuticas da França.

Le Havre Jacques Vabre
Le Havre-Jacques Vabre,
a força de uma parceria

A dupla é um fator determinante na Transat Jacques Vabre: dois velejadores, dois portos, uma prova a cada dois anos e, sobretudo, dois parceiros históricos unidos na defesa dos valores humano, esportivo e eco sustentável.

Desde a primeira edição de 1993, Jacques Vabre deu nome à regata. Foi também quem propôs ao público de descobrir as mais belas paisagens onde se produz café, tais como a Colômbia, o Brasil e a Costa Rica, além de ser um agente ativo na defesa do meio ambiente. Uma proposta que fez com que fosse implantado, desde 2003, um modelo de evento que se fundamenta nos princípios da sustentabilidade.

Ao seu lado está Le Havre, cidade fundada em 1517 pelo rei Francisco I e marítima por vocação desde 1643 durante a emblemática Companhia do Oriente ao desenvolver relações com as Américas no comércio do coton, do café, do açúcar e do tabaco... Ainda hoje, Le Havre é o primeiro porto francês de comércio exterior e o quinto da região Norte da Europa, com mais de 87 milhões de toneladas de produtos movimentados em 2016. Ao longo das edições, a cidade de Le Havre criou fortes laços com os velejadores e desenvolveu as suas instalações náuticas em torno das antigas docas do porto comercial, uma maneira de reafirmar sua lendária identidade marítima.

Andando em sintonia

Desde 1993, Le Havre e Jacques Vabre têm transformado esta parceria histórica em uma verdadeira amizade. Arelação dos dois fundadoresdo evento é reforçada desde 2013, quando se comemoram 20 anos de regata e se oficializaram os nomes da cidade e da marca como co-organizadores da Transat Jacques Vabre.

Principais números

  • Grandes datas
  • Hall dos skippers
  • Tempos de referência
    entre Le Havre e Itajaí
1993
Criação da Rota do Café, regata em solitário entre Le Havre (França) e Cartagena (Colômbia)
1995
A Transat Jacques Vabre se torna uma regata disputada em duplas
2001
Novo porto de chegada, rumo a Salvador da Bahia, no Brasil
2009
A regata ancora na Costa Rica, em Puerto Limon
2013
Retorno ao Brasil, desta vez na cidade de Itajaí (Santa Catarina)

Parcours

O percurso por Sylvie Viant, diretora de prova
A chegada que já virou “velha conhecida”:
SALVADOR DA BAHIA

Em 2013 e em 2015, os barcos passaram em frente aSalvador (Bahia), empurrados pelos ventos alísios, debaixo do tão esperado Sol de um país tropical... A gente não tem dúvidas de que os velejadores já sonhavam, nessa época, em fazer uma paradinha na incrível Baía de Todos os Santos. E em 2017, enfim, o sonho se realiza!

Na sequência da largada em Le Havre, costeando o litoral francês até as Falésias de Étretat, as equipes partem em direção à Bretanha para sair o mais rápido possível do Canal da Mancha, local marcado por fortes correntes marítimas e pelo tráfego intenso de navios cargueiros. Uma área que pede atenção redobrada dos participantes.

Eles entram, em seguida, no Golfo de Biscaia, entre a França e Espanha, onde encontram condições de vento favoráveis e são impulsionados pelo anticiclone dos Açores. Isso, é claro, se o período de outono no Hemisfério Norte não lhes reservar alguma típica surpresa com ventos mais fortes do que o esperado nesta época do ano.

Cerca de 400 milhas adiante, depois da passagem pelo Cabo Finisterra (Espanha), eles avançam rápido empurrados pelos ventos alísios de Nordeste até a Ilha da Madeira e, pouco depois, até as Ilhas Canárias. Aí vêm as perguntas: passar próximo à costa portuguesa ou em alto-mar, cruzar à Leste ou será à Oeste das Canárias antes de seguir para Cabo Verde? Não tem jeito, nem sempre é fácil escolher a melhor estratégia nesse trecho!

O objetivo, no fim, é saber de que lado avançar para a tão esperada chegada aos Doldrums, localizados apenas alguns graus acima da Linha do Equador (área sob influência de ventos inconstantes, conhecida por ser de difícil navegação). Nessa época do ano, em especial, os ventos por ali costumam mudar de forma ainda mais brusca, seja acelerando ou freando repentinamente, capazes de provocar sérias avarias ou de sentenciar a mais completa calmaria durante horas – características que acabam confundindo até mesmo o mais minucioso observador das imagens de satélite!

Essa passagem é crucial no percurso da Transat Jacques Vabre. Afinal, melhor passar um pouco mais a Oeste? Ou a Leste? Evitar as trovoadas, enfrentar muito ou quase nada de vento? O objetivo é sair logo dali e encontrar os ventos alísios de Sudeste para as 850 milhas restantes antes da chegada. Passar ao longo do arquipélago de Fernando de Noronha, costear o Brasil e, enfim, cambar à Nordeste e adentrar na emblemática Baía de Todos os Santos.

Esse percurso transoceânico de Norte a Sul é muito mais exigente que uma simples travessia de Leste à Oeste. Ele requer dos skippersqualidade técnica epensamento estratégico, assim como bom conhecimento meteorológico e excelente condição física para manter uma velocidade mais ou menos constante em meio aos alísios... Além de muita paciência para cruzar a calmaria na Linha do Equador.

Localizada a 12°56 Sul, a cidade de Salvador está entre os trópicos, um sonho para os velejadores poderem relaxar e,finalmente, aproveitar tudo isso depois de dias de estresse no mar.Os tempos de prova devem se estender de 10 dias para a classe Ultime a até 25 dias para os barcos da Class40.

Classes

Conheça as classes e as equipes participantes

Encare a largada emr le Havre
e encontre o calor de
Salvador da Bahia.

Viva essa aventura única,
saboreando um bom café

Le Havre :
uma cidade imperdível!

Maior cidade da Normandia, Le Havre, ou simplesmente “LH”, está situada à 2 horas de Paris. Uma cidade que tem a modernidade como inspiração. Em 2005, teve sua identidade vanguardista confirmada quando o centro reconstruído por Auguste Perret após a Segunda Guerra Mundial foi reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO. Revelando Le Havre para os olhos do mundo sob uma nova perspectiva, esse marco permitiu ainda que a cidade mostrasse internacionalmente sua capacidade de se reinventar. Le Havre, a cidade Phoenix, carregaaté hoje o lema que lhe foi dado pelo seu criador, o rei François I: “nutrisco e extinguo” (que significa “alimentando o fogo do bem, extinguindo o mal”).

Um “pedaço do céu”
Luminosa, arejada, dinâmica, Le Havre é um verdadeiro “pedaço do céu”. Com o primeiro porto de cruzeiros no litoral atlântico e o principal porto francês para o tráfego contributário, Le Havre é também uma estância balneária. São poucas as cidades com mais de 180 mil habitantes onde basta atravessar uma avenida para desfrutar da praia. Apouco mais de dois quilômetros do centro, servido pelo bondinho elétrico, a praia de Le Havre oferece muitas oportunidades de entretenimento e práticas esportivas.

Estação balneária
Conforme a tradição, 700 cabanas são montadas ao longo da praia a partir do mês de abril, quando o verão europeu se anuncia. Projetadas para servir de abrigo para os banhistas, as construções em madeira viraram um patrimônio cultural e uma marca registrada de Le Havre, além de serem, para os proprietários, uma segunda casa durante o verão! Depois de um passeio nos jardins criados pelo arquiteto paisagista Alexandre Chemetof, os passantes podem ainda desfrutar de 20 restaurantes à beira-mar que permanecem abertos de março a setembro com uma vista única da paisagem.

Uma decoração natural esculpida nas falésias
A baía de Le Havre é um cenário incomum para a prática da vela, entre navios cargueiros, ferry boats, navios de cruzeiros e as majestosas falésias naCôte d’Albâtre, (ou “Costa de Alabastro”)com o famoso arco de Etretat. Le Havre oferece aos praticantes de esportes náuticos, um espelho d’águasurpreendente. A cidade é ainda um "point" particularmente adequado para as práticas de windsurf, kitesurf, speed-sailing, body-boarding, stand-uppaddle, skimboarding, surf, wakeboard, vela e remo.

Um motivo de orgulho para Le Havre é também a SociétédesRégates, primeira associação de vela esportiva criada no continente europeu, assim como o clube de futebol Le Havre Athlétic Club fundado em 1872. Ainda em Le Havre, também foram criados os primeiros clubes remo francês, de rugby e dehóquei de grama. Enfim, Le Havre tem uma longa tradição esportiva. São mais de 80 diferentes disciplinas que podem ser praticadas na cidade. Iniciação, relaxamento, competição de alto nível, todos os níveis de prática são oferecidos com fácil acesso.

Atualmente, a cidade possui 350 associações esportivas e quatro clubes semi-profissionais (ALA Basket - HAC Handball) ou profissionais (HAC Football e St Thomas Basket). Os 36 mil praticantes têm cerca de uma centena de instalações esportivas espalhadas por todo o seu território (60 locaisconcentrando 100 ginásios, quadras ou áreas ao ar livre), sem contar os espaços naturais como a reserva florestal de Montgeon, ou o parque de Rouellesidéales, onde se praticam atividades de forma gratuita.

Fundado em 1872, o Havre Athlétic Club (HAC)é o primeiro clube desportivo francês. Foi em seu campo que os primeiros jogos de "futebol australiano", uma mistura de futebol e rugby, foram dados.
É aqui também que Pierre de Coubertin, criador dos Jogos Olímpicos, decidiu organizar o segundo congresso olímpico em 1897. Todas essas são características que proporcionaram à cidade acolher as provas de vela das Olimpíadas de 1900 e 1924 (a última sediadapela França).
Desde 2003, a cidade de Le Havre vem acompanhando seus atletas de alto nível com assistência financeira. Este dispositivo conta com 39 atletas apoiados em 2017.

Um paraíso de esportes naturais
Le Havre é, também, um local conhecido por oferecer condições técnicas e esportivas excepcionais para a prática de todas as formas de esportes aquáticos e regularmente apresenta eventos marítimos de âmbito nacional e internacional, como a Transat Jacques Vabre. É ainda a primeira cidade francesa em número de velejadores licenciados. O precursor dos clubes de vela na Europa, a SociétédesRégatesdu Havre (SRH) – (Associação de Regatas de Le Havre), nasceu em 1838, mesmo ano em que a SociétéHavraise de l’Aviron (Associação Havrense de Remo). A SRH é até hoje um ator essencial no desenvolvimento da prática de vela e esportes aquáticos na Baía do Sena.

Em 2006, a cidade inaugurou o maior parque de skate gratuito ao ar livre da França. O circuito está localizado na esplanada em frente à praia, onde recebe todos os verões uma das etapas do campeonato FISE Experience. Fato que contribuiu ainda para o desenvolvimento de talentos locais de tal forma que dois havrenses fazem hoje parte do Team Skateboard, equipe que representará a França nospróximos Jogos Olímpicos de 2020.

Salas multiesportivas A fim de acompanhar o desenvolvimento da prática esportiva, a cidade tem como projeto modernizar o complexo municipal Auguste Delaune, do skate-park, e construir uma sala multifuncional voltada para práticas esportivas e culturais no coração do centro histórico. O local contará com uma parede de escalada de 12 metros de altura com possibilidade de até 45 metros de relevo a serem explorados.

Na região noroeste da cidade, o complexo esportivo Yuri Gagarine, inaugurado nos anos 70, beneficiará de um grande projeto de redesenvolvimento a partir de 2019. Uma solução de integração para seus 13 hectares (12 campos, um parque infantil e um salão polivalente), que abriga 12 clubes (futebol, rugby, futebol americano, beisebol, softball, etc) e escolinhas com 200 mil usuários por ano. Com o objetivo de torná-lo a nova vitrine do esporte regional, a cidade de Le Havre deseja criar, ainda, um campo nos padrões oficiais para reforçar as atividades esportivas americanas (futebol americano, basebol e softball) e hóquei na grama, melhorar o aproveitamento dos esportistas, incentivar a interação entre os clubes em torno de um lugar comum e criar espaços abertos acessíveis a todos.

Desde 2012, Le Havre é o lar do “StadeOcéane” (o Estádio Oceano), um complexo ultramoderno reconhecido em todo o mundo por suas qualidades arquitetônicas. Multifuncional, o local é equipado com 25 mil acentos e pode acomodar até 33 mil espectadores quando utilizado o gramado. Esta capacidade o torna o maior estádio na Normandia. Tem 3.053 assentos de "privilégio" e 340 assentos em lodges privados em 16 zonas VIPs que podem acomodar 13 pessoas cada. Além disso, há também um salão com capacidade para 146 pessoas. O estádio é o primeiro na França com energia renovável. Foi projetado por Luc Delamain e MaximeBarbier da agência SCAU. Em junho de 2019, o StadeOcéane receberá jogos da Copa do Mundo Feminina da FIFA, que terá como sede a França. A competição reunirá 24 nações somando um total de 52 jogos.

Políticas públicas para não ficar parado!
Em 2016, a cidade de Le Havre lançou o "LH em Forma". Através desta nova política pública, deseja-se reintegrar a atividade física no cotidiano dos havrenses através da implementação de diversas ações (sensibilização, iniciação, desenvolvimento urbano, etc) com base em três alicerces: mover, compartilhar e descobrir. O objetivo é encorajar todos a praticarem 30 minutos de exercícios de intensidade moderada cinco dias por semana. A cidade reúne condições favoráveis à prática do esporte, através de suas instalações no espaço público ou por meio da integração de cursos em suas áreas verdes. Animações de zumba, yoga, taï-chie despertar muscular são oferecidas de forma gratuita nos jardins públicos. São desenvolvidos, ainda, circuitos urbanos específicos para andar e correr, com diferentes níveis de dificuldade. Neste espírito, Le Havre é uma das cidades anfitriãs do Vélotour, uma percurso cultural adaptado para a bicicleta em locais habitualmente fechados a tal prática ou inacessíveis para o público.

Em julho de 2015, a cidade foi candidata, ao lado das regiões da Baixa e Alta Normandia, do Departamento do Sena Marítimo e do CROSF ‘a sediar eventos de vela como parte da proposta de Paris para os Jogos Olímpicos em 2024. A qualidade do projeto permitiu identificar Le Havre como um dos cinco principais lugares náuticos na França.

Para o aniversário de 500 anos da fundação de Le Havre pelo rei François I, a cidade recebeu os gigantes veleiros da TallShipsRegatta. O evento reuniu mais de 400 mil pessoas durante quatro dias. Ao todo, 31 embarcações estiveram nas bacias Paul Vatine e Eure, incluindo 13 embarcações de grande porte de 12 países, 15 das quais puderam ser visitadas gratuitamente pelo público, o qual foi recebido por 1.200 membros de tripulações de todo o mundo, incluindo 60 jovens marinheiros da região normanda.

Le Havre agora se prepara para receber os skippers da próxima Transat Jacques Vabre. Será dada a largada pela 13ª vez, motivo de grande orgulho para os havrenses. Dois belos eventos náuticos no mesmo ano para celebrar a relação entre cidade, mar e esporte!

Le Havre
Logo Le Havre
Salvador de Bahia
Globe
Salvador da Bahia: Primeira Capital do Brasil

Alegria, criatividade e riquezas natural e cultural. Esses são os ingredientes que temperam Salvador da Bahia, a Primeira Capital do Brasil. Localizada no Nordeste do país, Salvador possui a segunda maior baía do mundo e a maior do litoral brasileiro, a Baía de Todos-os-Santos. Esta — que tem uma extensão de mais de 1.000 km² e profundidade que chega a 42 metros, abrangendo mais de 50 ilhas —, propicia diversas opções para o lazer, como o turismo nas ilhas e praias paradisíacas de águas calmas e cristalinas, a exemplo da Praia de Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, na Ilha dos Frades, que possui o título de Bandeira Azul; além da prática de esportes náuticos, a exemplo do mergulho, possibilitando o vislumbre de recifes de corais e uma grande variedade de vida marinha em cenários submarinos.

Patrimônio Cultural

Primeiro elevador urbano do mundo e um dos principais cartões postais da cidade, o Elevador Lacerda cumpre a função de transporte público entre a Praça Visconde de Cairu, na Cidade Baixa, e a Praça Thomé de Souza, na Cidade Alta. O equipamento permite, ainda, a integração entre a Baía de Todos-os-Santos e o Centro Histórico da cidade, que é composto por ruas e monumentos arquitetônicos da época do Brasil Colônia, do Império e da Primeira República. A região, rica em monumentos históricos que datam do século XVII até o século XIX, é a parte mais antiga da cidade e muito frequentada pelos turistas que procuram por museus, teatros, igrejas, apresentações musicais, gastronomia e o comércio de souvenirs. Um dos locais mais conhecidos desta região é o Pelourinho. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) considerou, em 1985, o Centro Histórico de Salvador como Patrimônio Mundial da Humanidade.

Jacques Vabre

As mais variadas cores marcadas
por um sabor sem igual

A rota dos comerciantes de café no século 17

Foi quase como que se estivessem predestinados que a Jacques Vabre, marca de café desde 1968, criou a Transat Jacques Vabreem uma parceria com a cidade de Le Havre. A regata, que se tornou mítica no cenário da vela, refaz desde 1993 a rota dos grandes barcos à vela responsáveis pelas rotas comercias do século 17. Largando sempre da cidade de Le Havre, primeiro porto importador de café da França e um dos principais da Europa, a regata tem como destino um país produtor de café.
Jacques Vabrefez desta travessia uma aventura esportiva, mas também humana, religando a França aos maiores produtores de café no mundo, tais como a Colômbia, a Costa Rica e, sem dúvidas, o Brasil.

Jacques Vabre, em eterna inovação

Sempre em busca das melhores matérias-primas, a Jacques Vabre oferece aos consumidores uma ampla gama de cafés autênticos e de qualidade. Há quase 40 anos, a marca continua fiel ao projeto de seu criador na busca pela inovação e no rigor pelo controle de qualidade.

Em 2017, a marca lança dois novos produtos no mercado: Atiya e Madjhari. Cafés 100% do tipo arábica, eles são uma verdadeira viagem através de aromas.

Atiya, vindo de Honduras: um café equilibrado e perfumado. Nem ácido, nem amargo, o café Atiya se distingue pelo seu aroma ligeiramente frutado.

Madjhari, vindo da Índia: um café poderoso que relembra nozes grelhadas. O Madjharinos transporta para o seu lugar de origem desde o primeiro gole.

Comunicação como aliada

Em paralelo à forte midiatização em torno da Transat Jacques Vabre, a marca de cafése posiciona em campanhas de âmbito nacional, seja por meio de espaços nas televisões francesas, seja nos principais veículos impressos.

Para a edição de 2017, a marca francesa lança uma nova logomarca e uma moderna idendidade visual em referência à sua contínua busca em fazer os consumidores viajarem no tempo.

A Transat Jacques Vabre se torna, desta forma, a ocasião perfeita para a marca que prentende fazer o públicoda Vila da Regata vivenciar tais experiências na largada desta que é conhecida como a Rota do Café. Os visitantes poderão percorrer o mundo e fazer escala desde o Brasil, no Estado da Bahia, até Popayan, na Colômbia e, de quebra, eles poderão embarcar no veleiro “Étoile de Molène” para descobrir o café Atiya de Honduras.

Jacques Vabre, das origens aos dias de hoje

Marcel Denamiel, comerciante na cidade de Montpellier, torrava o café verde na porta da sua própria loja. Pouco a pouco, o pequeno negócio local se tornou sua principal fonte de renda. Assim nasciam os cafés Jacques Vabre em meados do ano de 1924 com o nome Maxicq. O empreendedor, depois de tocar o negócio durante anos, foi então substituídopelo seu genro, Jacques Vabre,em 1968. A partir daí, cria-se a marca que leva o seu nome com o intuito de fazer os franceses descobrirem seus cafés.

Fiel à sua vocação de precursor, a marca fez da inovação sua maior ambição: convidar o consumidor a descobrir os melhores cafés através da seleção de grãos. Além disso, Jacques Vabre foi a primeira marca de café a anunciar na televisão francesa, além de ser também a primeira a se lançar no mercado de “Puras Origens”.

O café Jacques Vabre vem sempre supreendendo. Atrai a curiosidade dos consumidores através do desejo de conhecer o mundo e explorar diferentes plantações de cultivo de café.

Jacques Vabre e Transat Jacques Vabreem alguns de seus momentos marcantes:

1968: Nascimento da marca Jacques Vabre, primeira marca de café moído vendido a vácuo
1970: Jacques Vabre é a primeira marca de café a anunciar na televisão.
1972: Lançamento do café “Régal”. A marca se posiciona ainda como a líder de mercado do café torrado.
1985: Surgimento do El Gringo, grande sucesso publicitário que ilustrava um expert de cafés.
1993: Criação da Rota do Café, regata em solitário entre Le Havre (França) e Cartagena (Colômbia)
1995: Lançamento da gama “100% Origine” com produtos de diferentes origens e forma de cultivo.
2001: Novo destino para a regata... Rumo ao Brasil, em Salvador no estado da Bahia
2007: ATransat Jacques Vabrepassa a ser um evento ecologicamente sustentável
2009: A regata se lança rumo à Costa Rica, na cidade de Puerto Limon
2013: Retorno ao Brasil, desta vez com uma nova para: Itajaí, em Santa Catarina
2017: Lançamento dos cafés “puras origens”:AtiyaeMadjhari.

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