Paroles dos skippers

Yannick Bestaven, co-skipper do Bastide Otio (Imoca)

''Temos vento mais rápido do que o esperado. Devemos estar em na Baía de Todos-os-Santos em menos de 6 horas. Tivemos uma linda noite de alta velocidade. Conhecemos pescadores no caminho''.

José Guilherme Caldas, skipper do Mussulo 40 Team Angola Cables (Class40)

''Ontem foi um dia muito tranquilo, vento razoável e mar calmo. Desde Cabo Verde temos um novo habitante a bordo. Ainda não comuniquei à direção de prova pois temo ser ilegal já que passa a ser "triple hand". Como se trata de um pássaro acho que não haverá problemas. Já lhe dei o nome de Noel!!!''

'Em relação à regata estamos exatamente à mesma distância dos outro dias.. ou seja os concorrentes não andam mais nem menos que nós''.

 

Pierre Lacaze, skipper do Vivo à Beira (IMOCA)

''Que prazer ver a costa brasileira nesta manhã. Nós atravessamos um oceano e escapamos dos Doldrums ... Nós estamos molhados, esgotados e sujos...Nós comemos comida ruim e água com gosto ruim... Estamos orgulhosos de nós e isso é um grande sentimento de conquista''.

Justine Mettraux, co-skipper do TeamWork 40 (Class40)

''Uma bela noite em que começa a fluir cada vez mais, bastante agradável e relaxante após o Doldrums. Esperamos manter o ritmo dos barcos mais novos. Os Doldrums não são muito complicados. Agora já foi! Rota direta para a Bahia''.

José Guilherme Caldas, skipper do Mussulo 40 Team Angola Cables (Class40)

''Ainda longe do Equador e ficamos sem vento!! É uma sensação ruim!! Talvez pior do que a tempestade pois não há nada a fazer para progredir... há que proteger o material manter o barco pronto para qualquer brisa que entra e deslocar-se lentamente. Não fazia parte da previsão que baixamos esta manhã, a paradeira total. Apesar de tudo este barco é incrível sem vento nenhum, só com o aparente consegue deslocar-se a 3-4 nós''.

José Guilherme Caldas, skipper do Mussulo 40 Team Angola Cables (Class40)

''A previsão indica que devemos pegar melhores condições para atravessar as calmarias. Espero que isso se confirme. A metade final do caminho tende a ser mais rápida e a nossa configuração de vela está melhor para esse trecho''.

Olivier Cardin, skipper do Région Normandie Junior Senior by Evernex

''Nós saímos do Doldrums e estamos trabalhando para recuperar o terreno. Estamos a 40 milhas atrás do Imerys Clean Energy. Estamos felizes com o ritmo do barco''.

Yann Eliès, co-skipper do St Michel-Virbac (Imoca)

''Contamos as milhas uma a uma, não podemos esperar para chegar! Mas não há muito vento. Faz um lindo dia de sol. Nos afastamos da costa para evitar os pescadores, devemos ter cuidado porque são muito pequenos e baixos na água. Vamos encontrá-los de volta à costa em poucas horas''.

Servane Escoffier, co-skipper do Bureau Vallée 2 (IMOCA)

''Os Doldrums foram complicados, perdemos posições e ficamos três dias por lá. Agora estamos fora! Estamos desapontados, mas é assim. Felizmente, temos vento e estamos a caminho de Salvador de Bahia.
Nos Douldrums você pode ficar louco. Ainda temos uma preocupação, pois acabou a água potável. O dessalinizador funciona. Nós bebemos o mínimo possível''.

José Guilherme Caldas, skipper do Mussulo 40 Team Angola Cables (Class40)

''Chegamos à metade do caminho!!! 11 dias após a partida, 1 dia e pouco parados, 2150 milhas percorridas (na direção certa...). Devemos ter mais 10 dias pela frente a depender da passagem pelos doldrums. Pode-se dizer que foi uma boa prestação em face do pouco tempo de preparação do barco e da tripulação com o barco e do budget para uma regata destas!!!''. 

Giancarlo Pedote, co-skipper do Newrest – Brioche Pasquier (Imoca)

''A regata agora consiste em sair do Doldrums o mais rápido possível. A gente tenta arrumar o barco para isso, trocando velas e analisando o melhor caminho. Temos que sair na frente e se acertamos a saída das calmarias podemos seguir à Bahia com mais velocidade''.

Vincent Riou, co-skipper do FênetréA - Mix Buffet (Multi50)

''Fizemos um bom trabalho! Não seria fácil encarar a regata sem se arriscar. Mas não queríamos assumir riscos desnecessários. Essa é a nossa vida de velejador''.

Alex Pella, co-skipper do ARKEMA (Multi50)

''Foi uma vitória fantástica, com um ótimo barco e um ótimo skipper. As primeiras 48 horas foram complicadas com ventos fortes, Passamos bem pela zona do Equador e nosso rival direto (FenêtréA - Mix Buffet) ficou preso e conseguimos ganhar''. 

Bernard Stamm, co-skipper do Prince de Bretagne (Ultime)

''Nesta manhã chegou o patrulheiro. Foi difícil colocar o barco no rebocador. O mastro caiu lentamente, não nos causando ferimento. O mastro se dividiu em dois''. 

José Guilherme Caldas, skipper do Mussulo 40 Team Angola Cables (Class40)

''Estamos a ressentir-nos da ausência do balão grande (A2) percebemos que ficamos mais lentos do que o bloco intermediário do qual vínhamos nos aproximando. Fica mais longe a possibilidade de chegar entre o dez primeiros, mas há que persistir. Só como exemplo o Maxi Prince de Bretagne acabou de perder o mastro a 90 milhas da chegada sem razão aparente''.

Pierre Lacaze, skipper do Vivo à Beira (IMOCA)

''Estamos nos aproximando das calmarias, como você pode ver na imagem em anexo o que pegamos dos satélites. Uma bela imagem com belas cores, mostrando-nos a intensidade das nuvens. Mas a nuvem nem sempre significa vento. Para complicar a história, o negócio está em movimento permanente! Então, onde está a saída?''.

Leonardo Chicourel, co-skipper do Mussulo 40 Team Angola Cables (Class40)

''Desde a saída de Brest (após o conserto) fizemos em média 240 milhas náuticas por dia. Portanto deveremos estar chegando entre 22 e 24 de novembro''.

Erwan Le Roux, skipper do FenêtréA - Mix Buffet (Multi50)

"A ideia é perder o menor tempo possível. Se tudo acontecer como imaginamos e como nós preparamos, a operação deve levar entre 30 minutos e uma hora".